Apuros na descida
O texto trata sobre a experiência que o autor passou em uma viagem quando houve problemas em seu veículo na descida de uma serra e resolveu deixar o carro em ponto morto. O freio não funcionou corretamente.
O texto trata sobre a experiência que o autor passou em uma viagem no trecho na descida de uma serra.
O autor comenta que logo na primeira subida mais acentuada, na qual foi necessário o uso da primeira marcha, notou um barulho metálico (cléc, cléc, cléc) na parte dianteira, o que fez pensar ser algo relacionado à junta homocinética.
O autor ainda comenta que muitas vezes os motoristas acreditam que podem prosseguir com o defeito que o veículo apresenta e assumem o risco - às vezes pode dar certo, mas na maioria das vezes não.
Enviado pelo autor para publicação em 05 de maio de 2010.
Após estas considerações, boa leitura.
Recife, PE 06 de maio de 2010.
Equipe Trânsito Brasil
COMENTÁRIOS
Já tive a experiência de ficar sem freio em uma descida. É horrível.
SOBRE O TEXTO
Enviado pelo autor para publicação em 05 de maio de 2010.A NBR 6023:2002(item 7.2.2) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) especifica que texto publicado em periódico eletrônico deve ser citado da seguinte forma:
AZEREDO, Luiz Ernesto de. Apuros na descida. Trânsito Brasil, Recife, 06.05.2010.
Disponível em: http://www.transitobrasil.org/artigos/doutrina/apuros-na-descida. Acesso em: 10.02.2012, 13:00:23.
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O AUTOR
Luiz Ernesto de Azeredo. Engenheiro e especialista em direção defensiva atua na área de projetos e programação de semáforos em Campinas-SP. leazeredo@uol.com.br""""
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